O que levar em conta na hora de viajar sozinho

Viajar é sempre maravilhoso, independentemente da companhia. Tem quem goste de viajar com a família ou quem prefira ir com os amigos, mas também tem gente que adora embarcar em uma viagem sozinho. Seja qual for sua escolha, você pode ter certeza de que viverá momentos únicos e que vai ter experiências inesquecíveis. De qualquer forma, quando viajamos com a família, é mais fácil dividir os gastos.

Estou falando tudo isso porque, pela primeira vez em 30 anos de vida, eu vou viajar sem alguém da minha família. Não vou contar para onde eu vou (até porque quero escrever um post aqui depois da viagem falando tudo), mas o fato é que rola um desespero quando eu penso no dinheiro. São muitas dúvidas: quanto de dinheiro levar? Como calcular quanto gastar por dia? E se o dinheiro acabar?

Claro que algumas dessas respostas eu só vou saber durante ou depois da viagem, mas quis fazer este post para contar sobre algumas coisas que me ajudaram nos preparativos e que tenho certeza de que serão muito úteis para vocês também. Vamos conferir?

Antecedência é fundamental

Eu sou uma pessoa ansiosa e gosto de planejar tudo com antecedência. Pensei nessa viagem pela primeira vez há quase 1 ano, ou seja, com bastante tempo. Nos primeiros meses, eram só ideias e eu confesso que não sabia nem por onde começar. Mas coloquei uma meta de resolver a primeira parte (passagem aérea + hospedagem) em janeiro e fiz as primeiras pesquisas logo nos primeiros dias do ano.

E vejam só: agora falta pouco para embarcarmos e já temos praticamente tudo resolvido, sem estresse ou correria. Por isso, planeje sua viagem com o máximo possível de antecedência. Quanto mais tempo tiver, maiores serão as chances de pagar mais barato.

Expectativa x realidade

Quando nós começamos a solicitar os primeiros orçamentos para as agências de viagem, eu tinha várias expectativas. Queria um voo direto (morro de medo de perder a conexão e ficar presa em algum lugar no meio do caminho), um hotel bem localizado e todos os passeios possíveis. Resultado: o primeiro orçamento que recebemos era absurdamente caro.

Resolvemos continuar pesquisando e tivemos uma agente de viagens muito bacana que nos mostrou o quanto podíamos economizar com um voo que fizesse uma conexão e com um hotel que não era exatamente no lugar que queríamos, mas que ficava bem perto. E, com isso, pagamos metade do preço. É aquela velha história: você abre mão de algumas coisas, mas consegue fazer a viagem que tanto quer.

Divida o máximo que puder

Vou viajar com uma das minhas melhores amigas e nós confiamos muito uma na outra, até porque deu para perceber que temos um estilo bem parecido na hora de viajar. Depois que fechamos a passagem e o hotel, partimos para os shows e passeios. Tem gente que prefere fazer uma compra e já dividir com o amigo, mas realmente ia ficar confuso, já que iríamos comprar bastante coisa.

A solução foi dividir: cada uma comprava um show ou passeio por mês. Montamos uma pasta no Google Drive e salvamos todos os comprovantes lá. Quando acabarmos de comprar tudo, vamos somar e ver quanto cada uma deve para a outra. E aí vamos ver se fazemos uma transferência bancária mesmo ou se fica como crédito para usar na viagem. Enfim… você pode fazer a divisão que achar melhor e que funcione para você e seu companheiro de viagem.

A pergunta que não quer calar: quanto levar?

Bom, esse é um tema bem particular, né? Eu gosto de comprar bastante em viagens e acredito que as minhas comprinhas desta vez devem se resumir a produtos de maquiagem e talvez algumas roupas. Já minha amiga prefere curtir os passeios e comprar apenas lembrancinhas. Então é óbvio que nós vamos levar valores diferentes, sempre pensando que também vamos gastar com comida e transporte (entre outras coisas).

Então, o segredo é colocar no papel o que você quer comprar e no que mais vai gastar durante a viagem e calcular. Em cima desse valor total, vou dividir pela quantidade de dias de viagem e ver quanto posso gastar por dia. E, bom, se por acaso o dinheiro acabar, tenho o cartão de crédito que está separado no caso de alguma emergência.

Espero que tenham gostado das dicas. Quando voltar de viagem, prometo fazer um balanço bem completo de como foi essa experiência de lidar com dinheiro fora do Brasil.

Um beijo e até o próximo post!

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Pequenas Grandes Mentiras (Liane Moriarty)

Eu não disse que iriamos ter muitas resenhas de livros aqui no blog? Hoje é mais um dia no qual eu comemoro meu segundo livro lido completo por aqui. É tão gratificante saber que as suas metas estão sendo cumpridas e a felicidade(e vontade de devorar outro livro) são enormes.

Confesso que fiquei um pouco intrigado de adicionar Pequenas Grandes Mentiras na minha TBR anual, por já ter visto a série e já saber basicamente tudo que acontece no decorrer. Muito pelo contrário, foi BEM melhor ter visto á série depois lido o livro e eu já vou explicar isso.

À Sinopse:

Madeline é forte e passional. Separada, precisa lidar com o fato de que o ex e a nova mulher, além de terem matriculado a filhinha no mesmo jardim de infância da caçula de Madeline, parecem estar conquistando também sua filha mais velha. Celeste é dona de uma beleza estonteante. Com os filhos gêmeos entrando para a escola, ela e o marido bem-sucedido têm tudo para reinar entre os pais. Mas a realeza cobra seu preço, e ela não sabe se continua disposta a pagá-lo. Por fim, Jane, uma mãe solteira nova na cidade que guarda para si certas reservas com relação ao filho. Madeline e Celeste decidem fazer dela sua protegida, mas não têm ideia de quanto isso afetará a vida de todos.

Reunindo na mesma cena ex-maridos e segundas esposas, mães e filhas, bullying e escândalos domésticos. 

(fonte: saraiva)

O que eu achei mesmo depois de ter visto a série:

O livro explorou alguns temas mais a fundo do que na série, assim como outros assuntos visto na série não foram abordados. Mesmo assim, eu amei ter visto a série e depois lido o livro, assim não precisei imaginar cada personagem(sei que isso pode ser legal e muito gostoso para nossa imaginação), e a cada palavra, frase e capítulo que eu lia, podia ver perfeitamente a Madeline como Reese Whiterspoon ou Celeste perfeitamente como Nicole Kidman. 

O QUE EU NÃO GOSTEI E NÃO GOSTEI NO LIVRO:

Uma das grandes lições que aprendi no livro, foi ”que nem tudo é perfeito”. Ás vezes podemos olhar para a vida daquela mulher, ou daquele casal pelas redes sociais e ver o quanto é ”perfeita”. Viagem pelo menos 4 vezes por ano, passaram o natal em uma cabana perfeita, tem o carro perfeito, os filhos mais lindos do mundo, o marido carinho ou a esposa carinhosa. Olhamos para a vida ”perfeita” e obviamente sentimos uma frustração e aquela ideia da nossa vida ser um lixo. Só o que não sabemos é o que aquela mulher/homem passa dentro de casa. Não sabemos se ela(e) é feliz, não sabemos se a vida deles é como a vida postada no Facebook. Toda família, tem erros , segredos, e nem tudo é perfeito com achamos que é.

Outro tema abordado no livro é o preconceito com mães jovens solteira. O livro abordou de uma forma tão clara o preconceito que mulheres bem de vida tinha sobre uma mãe jovem e pobre, que lutava para ver seu filho feliz. Eu amei que Liane abordou algo tão pouco falado(E QUE EXISTE MUITO SIM) e muito criticado e falado até hoje.

Bom, não teve muitas coisas que eu não gostei, mas uma delas foi pouca informação sobre diversos assuntos como: por que o livro começa falando sobre uma senhora(mãe da cabeleireira que aparece quase no final no livro) que basicamente não faz parte da história e nem sabemos quem ela é direito. Tudo bem. Não vou falar mais em detalhes o que eu não gostei por que vou acabar citando partes de spoiler(mas quem quiser conversar sobre me chama no direct do Instagram).

criei até uma página em meu journal sobre o livro

Quem aí já leu o livro? Me conta aqui nos comentários o que achou!

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Até mais pessoal!

Inverno e meus preparativos para o que usar

Tem quem não goste de frio, mas eu amo aquela sensação da chegada do Outono, o friozinho nas manhãs e já dá para usar um moletom quentinho e dormir de edredom. Já deu pra perceber o quanto eu acho essas estações do ano né? Sempre comento lá nas minhas redes sociais que eu amo frio e o Inverno de fato é minha estação favorita.

Amo usar moletom em casa, na escola, outras blusinhas mais fofas e quentinhas e ficar aconchegante é claro. Nessa época do ano em que o clima vai mudando é aquela época em que tiramos algum dia para arrumar o guarda-roupa e tirar os casacos do fundo. Quem não ama essa sensação?

Experimentamos o que serve e o que não serve, aproveitamos para ver o que a gente precisa e o que não precisamos mais, borá doar. Afinal, não é só a gente que tem frio né?

Vou confessar que tenho fetiche por moletons e casacos de marcas. Tenho Tommy Hilfiger, Valentino, Hugo Boss e não são baratos. São casacos caros e não foram comprados aqui no Brasil. Sempre me trazem do exterior ou eu mesmo compro em lojas onlines(não vou me aprofundar nesse parágrafo por que mais pra frente quero fazer um post sobre isso) gringas.

Agora eu vou dar algumas dicas e falar um pouco mais sobre o que eu vou usar e um pequeno preparamento para o inverno 2018.

Vamos organizar seu guarda-roupa:

  1. Tire tudo do seu armário e coloque para fora.
  2. No entanto, se você guarda suas roupas junto com sapatos, aproveite para limpar seu armário.
  3. Olhe para cada peça e lembre-se da última vez que você usou, e se não usou nos últimos invernos, coloque em uma pilha para ser reavaliada mais tarde.
  4. Então vá até a pilha e avalie o que você quer fazer com eles: se tiverem novos e quiser um ganhar um dinheiro extra, venda, caso contrário, doe.
  5. Experimente as peças que você separou para o inverno, veja se está tudo ok e depois é só arrumar o armário novamente com as peças de inverno amostras.

Inspiração:

Blusa de lã simples

De fato, o segundo item que eu mais uso. Tenho muitos e não vivo sem. Sabe aquelas blusinhas de lã, bem quentinhas, simples e a cara do Tumblr? Parece algo tão fora de moda, mas um estilo clássico, é um estilo clássico. Saber usar na ocasião certa, é uma bola na rede. Tenho o meu aberto do Valentino, da Ralph Lauren, Hugo Boss e algumas marcas italianas. Não vivo sem e pode perceber que estou sempre usando nas minhas fotos lá no Instagram e por aqui também. Este inverno vou usar muito também.

Camiseta com manga longa

Outro item que todo inverno ele marca presença é camiseta com manga longa. Eu acho lindo e bem confortável. Nos pijamas é muito comum e em camisetas pra sair, nem tanto. Mesmo assim se você procurar por algumas de gola na época do inverno, ou simples mesmo, você vai encontrar algo que te agrade.

Jeans e Moletom

Não tem nem o que falar deste último né? São meus itens de inverno favoritos. Simples, estilosos e básicos. Tudo que você precisa para um dia frio e que não quer se arrumar muito. 

E aí, gostaram? Me contem quais são os preparativos de vocês para o inverno deste ano!

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Até mais pessoal!

7 restaurantes para comer (muito bem) nos Estados Unidos

Olá, pessoal! Vocês já sabem que eu amo viajar e conhecer lugares novos, especialmente quando esses lugares ficam nos Estados Unidos e envolvem parques temáticos. Mas, além das compras irresistíveis, da diversão e das fotos para postar até cansar, existe um item que sempre ocupa um lugar especial nos meus roteiros: alimentação.

Vejam bem, eu tenho quase 30 anos e ainda mantenho um paladar infantil. Sim, eu sei que a gente precisa comer verduras, legumes, frutas e grelhados, mas é TÃO mais gostoso quando a opção da vez envolve hambúrguer, pizza, macarrão e chocolate rsrs… Quer lugar melhor para comer tudo isso sem culpa do que nos Estados Unidos?

Então, reuni uma listinha com os meus restaurantes norte-americanos favoritos para você comer muito na sua próxima viagem (vai por mim, vale muito a pena!). Olha só:

  1. Bubba Gump

O número 1 para mim de longe. Quem é mais novinho talvez não saiba, mas existe um filme clássico chamado Forrest Gump, que marcou o cinema dos anos 90. O Bubba Gump, como o próprio nome remete, tem decoração temática do filme. Rola até um quiz em que o garçom faz algumas perguntas sobre o filme de mesa em mesa. Em relação ao cardápio, o restaurante é conhecido pelos pratos com camarões enormes. Eu AMO o Shrimp’s Heaven, com quatro torres com camarões preparados de forma diferente (grelhado, banhado em coco, empanado). Não gosta de frutos de mar? Lá também tem lanches e massas.

  1. Cheesecake Factory

Eu nunca fui de ligar muito para doce, mas virei uma formiguinha de uns tempos para cá. E um dos meus doces favoritos da vida é cheesecake. Que tal um restaurante com VÁRIOS (vários mesmo) sabores diferentes de cheesecake? Meu preferido é o de biscoito Oreo, mas também tem de manteiga de amendoim, morango e até de abóbora durante o Halloween. Minha sugestão é que cada pessoa peça um sabor diferente, assim você pode provar um pouco de cada. Ah, e se você quiser almoçar ou jantar lá, a casa conta com massas, pizzas e outras delícias.

  1. Shake Shack

Se você vai aos Estados Unidos, precisa pelo menos comer um hambúrguer bom, faz parte da viagem. Poderia indicar vários lugares para essa etapa da viagem, mas vou me concentrar nos hambúrgueres fast food que em nada parecem com os que temos aqui. Meu preferido é o Shake Shack, que começou em Nova York e agora já tem em vários lugares (inclusive em Orlando). São vários tipos de lanches (eu peço o tradicional) com uma batata frita mara que acompanha um molhinho delícia de queijo e refri. Hummm, só de escrever fiquei com água na boca, tem que ir!

  1. Five Guys

Outra opção de hambúrguer fast food que vai te deixar salivando. O legal do Five Guys é que eles vendem algumas opções de lanches (tipo hambúrguer, cheeseburguer e hot dog) e você acrescenta com os ingredientes que quiser, tudo para ficar do seu jeito. Outra coisa maravilhosa é que eles não economizam: a batata frita (bem crocantinha, por sinal) vem dentro de um copão – sério, não acaba mais. Em Orlando, tem nos outlets e no shopping Florida Mall. Não vai perder!

  1. Olive Garden

Agora é hora de ser polêmica: eu acho que nós temos restaurantes italianos melhores no Brasil do que nos Estados Unidos. Até por conta da descendência italiana, que é superforte por aqui, e da tendência dos norte-americanos de colocarem molho em tudo. Mas, se você quiser comer uma massa bem gostosa, minha dica é o Olive Garden. Eu sempre peço o ravióli de cinco queijos, mas também amo o espaguete ao molho alfredo e a saladona que já está inclusa no pedido como entrada. É mara e ainda tem refil! Para quem mora aqui em São Paulo, temos três unidades do Olive Garden que ajudam a matar a vontade de comer nos Estados Unidos.

  1. Magnolia Bakery

Agora uma dica para quem vai a Nova York: é obrigatório fazer uma paradinha na Magnolia Bakery. Quando você entrar lá, todos os seus conceitos de doceria serão atualizados. Sabe aquele lugar fofo com cheiro de doce que deixa a gente morrendo de vontade de jacar com gosto? Bom, lá você encontra várias opções para fugir da dieta, mas eu recomendo fortemente o cupcake de red velvet (MELHOR QUE EU JÁ COMI NA VIDA). É tão bom que eu nunca comi um igual ou parecido – meu amor por ele é tão grande que cheguei ao ponto de comprar uma caixinha com seis cupcakes de red velvet para comer no quarto da última vez que fui para NY.

  1. Uno

Levanta a mão quem gosta de pizza! Se você faz parte desse time, aqui vai um aviso importante: os norte-americanos também amam pizza, mas eles preferem um jeito diferente de pizza. Lá, a massa é bem grossa e não tem tantos sabores (normalmente você encontra pizzas de queijo, peperoni e bacon). Parece uma tortinha, sabe? O melhor lugar para comer esse estilo de pizza é a Uno. A parte boa é que pizza é enorme e você pode tranquilamente pedir uma só para dividir entre todo mundo. Lá também tem uma porção de palitinhos de queijo que é MARAVILHOSA. E a Uno também tem várias unidades, facinho de achar!

E aí, escolheu seu favorito? Qual lugar que você mais gosta de comer nos Estados Unidos?

Um beijo e até o próximo post!

8 livros para 2018

Quem aí já montou sua lista de livros para 2018? Garanto que já foi todo mundo, e só eu estou atrasado com a minha mesmo.  É meu primeiro ano montando um TBR anual oficialmente e estou muito empolgado com essa ideia. Demorou um pouquinho até eu me organizar com os livros, minha rotina para conseguir cumprir e escolher os livros para 2018 e acabei escolhendo 8.

Com o andar do post vou explicando como  por que eu escolhi apenas 8 livros para o ano de 2018 e claro todos os livros.

Separei em mês cada livro por que a meta é ler apenas 1 livro por mês, mas adaptei algumas coisinhas conforme minha rotina. Comecei minhas metas de leitura em Fevereiro.

Feveiro: Em Águas Sombrias – Paula Hawkins 

Esse livro eu já terminei de ler e até escrevi uma resenha pra vocês aqui no blog. Li em menos de 1 mês e tenho muito orgulho por ter conseguido cumprir esta meta que já fazia um bom tempo que deveria ser colocada pra frente.

Março/Abril: Pequenas Grandes Mentiras – Liane Moriarty 

Ah, esse livro é tão gostoso de ler que toda hora eu quero ler. Mesmo já ter visto a primeira temporada de Big Little Liars(a série baseada no livro), está sendo bem tranquilo, assim consigo imaginar os personagens direitinho. Escolhi Março e Abril(2 meses) pelo fato de semanas de provas, trabalhos e estudos. Tive medo de não conseguir ler em 1 mês por isso deixei 2.

Maio: Outros Jeitos de Usar a Boca – Rupi Kaur

Já li esse livro em inglês, na versão original Milk and Honey, e simplesmente amei. Comentei em algum lugar que queria reler o livro por ser ótimo e ter me feito muito bem. Agora comprei a versão brasileira.

Junho: A Vida Sem Filtros – Nah Cardoso

Outro livro que já recomendei aqui no blog sobre ele ser inspirador, mas não consegui ler completo ainda, faltam algumas páginas e resolvi começar desde o começo com um foco único no livro.

Julho: 3 Coroas Negras – Kendare Blake

Falei dele em algum wishlist de livros que fiz aqui no blog que queria este livro. Já que minha lista estava indo para frente resolvi incluir na minha lista. Só posso dizer que estou muito empolgado para esta leitura.

Agosto: Os Sofrimentos do Jovem Werther – Johann Woltgang Goethe

Pelo menos 1 livro recomendado pelos meus professores tinha que ter aqui. Quem recomendou ele foi meu professor de Sociologia e eu fiquei interessado em ler.

Setembro/Outubro: Will e Will – John Green

John Green não podia faltar na minha lista de jeito nenhum. Escolhi esse romance por parecer ser ótimo.

Novembro e Dezembro: Para todos os Garotos que já Amei – Jenny Han

Esse já ouvi todo mundo comentar e falar que é ótimo e Jenny Han é uma ótima escritora. Fui na livraria, encontrei o exemplar e foi aquele livro que nos faz comprar pela capa, sabe?

E aí, gostaram da minha TBR de 2018? Me contem quais já leram e querem ler! 

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Até mais pessoal!

EM ÁGUAS SOMBRIAS (PAULA HAWKINS)

Finalmente cumpri uma das metas mais esperadas do ano. Consegui ler em menos de 28 dias meu primeiro livro lido em 2018. Obviamente eu vim aqui compartilhar com vocês minha resenha sobre o livro Em Águas Sombrias da mesma autora de A Garota no Trem, Paula Hawkins.

Ano passado li A Garota no Trem e gostei muito do livro. Resolvi montar minha lista e colocar este livro nela. Já que a proposta do livro era tão boa, resolvi cair de cara nele, mesmo já lido algumas coisas negativas sobre ele, quis ler.

Quando resolvi adicionar a leitura a mais um hábito para o meu dia a dia, vi que não ia ser fácil, e para começar escolher um livro de um gênero que me agradasse e me fizesse viajar e ao mesmo tempo ficar concentrado no livro. Foi quando resolvi escolher ler o livro e sério, eu  adorei ele e foi uma das leituras mais rápida em toda minha vida.

Sinopse: Nos dias que antecederam sua morte, Nel ligou para a irmã. Jules não atendeu o telefone e simplesmente ignorou seu apelo por ajuda. Agora Nel está morta. Dizem que ela se suicidou. E Jules foi obrigada a voltar ao único lugar do qual achou que havia escapado para sempre para cuidar da filha adolescente que a irmã deixou para trás. Mas Jules está com medo. Com um medo visceral. De seu passado há muito enterrado, da velha Casa do Moinho, de saber que Nel jamais teria se jogado para a morte. E, acima de tudo, ela está com medo do rio, e do trecho que todos chamam de Poço dos Afogamentos… Com a mesma escrita frenética e a mesma noção precisa dos instintos humanos que cativaram milhões de leitores ao redor do mundo em seu explosivo livro de estreia, A garota no trem, Paula Hawkins nos presenteia com uma leitura vigorosa e que supera quaisquer expectativas, partindo das histórias que contamos sobre nosso passado e do poder que elas têm de destruir a vida que levamos no presente.

Em Águas Sombrias é um Thriller psicológico que se passa na pequena cidade de Beckford no interior da Inglaterra. Praticamente todos os moradores da cidade se conhecem. Um elemento muito marcante é o rio, conhecido como ”posso dos afogamentos” por causa da morte de várias mulheres que apareceram afogadas ali. O livro começa quando Nell About acaba sendo encontrada morta e causando incomodo e desconforto em diversas pessoas, por diversos motivos. E um deles é que Nell estava escrevendo um livro sobre todas as mulheres que acabaram afogadas no rio.

Assim que eu comecei a ler o livro eu comecei a ver o que eu estava gostando e o que eu não estava gostando. Uma das coisas mais legais que eu achei é que cada capítulo é dividido pelo ponto de vista de cada personagem. Isso é ótimo e ao mesmo tempo acaba sendo chato pelo simples motivo de: quantidade de pontos de vista, já que cada capítulo é do ponto de vista de cada personagem. No começo, isso me incomodava muito por não conseguir ter pistas de quem poderia ser o assassino. Com o passar da história isso fazia todo sentido e foi muito bom para o desempenho da leitura.

E aí, gostaram da minha resenha? Me contem aqui nos comentários se vai querer adicionar na sua lista!

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Até mais pessoal!

Férias na Califórnia: o que fazer?

Ah, a Califórnia… Sou suspeitíssima para falar sobre esse estado porque foi lá que eu tive aquela sensação de “estar em casa”, sabem? Cresci apaixonada pela Disney, já fui cinco vezes para Orlando e achava que lá era o meu lugar no mundo. Minha mãe vivia me dizendo que eu ia mudar de ideia quando conhecesse outras regiões dos Estados Unidos. Mãe nunca erra, né? Fui com ela para a Califórnia em 2015 e, desde então, tudo mudou. Tanto que eu separei algumas paradas obrigatórias para quem vai passar as férias lá (me leva na mala, vai?).

Ir a um parque de diversão

Ir a um parque de diversão

Eu sou a louca do parque temático, então não tinha como começar esta lista de outra forma. A Califórnia não deve em nada nesse quesito, já que reúne dois parques da Disney (já falei sobre eles aqui, lembram?), um parque da Universal, um parque do Sea World, um parque do Six Flags com 18 montanhas-russas (sério) e o Knott’s Berry Farm, que também tem atrações radicais. AMEI todos que conheci.

Fazer parte de Hollywood

Hollywood

Todo mundo tem aquela vontadinha (mesmo que pequena) de saber como é estar em Hollywood. Não dá para conhecer a Califórnia e não parar em Los Angeles para conhecer o famoso letreiro de Hollywood, visitar a calçada da fama, o teatro chinês, o teatro onde acontece a entrega do Oscar e as casas dos famosos. Para ser sincera, lá não é tudo isso (foi um pouco decepcionante até), mas tem que ir.

Andar de bondinho em San Francisco

Bondinho San Francisco

Quem cresceu vendo os filmes da Sessão da Tarde com certeza já quis andar nos famosos bondinhos de San Francisco. É um ritual para subir e descer as ladeiras, se encantar com as casas coloridinhas e passear. Ah, lá tem a maior Forever 21 que eu já vi na vida (ocupa um prédio inteiro). Eu fiz ótimas comprinhas! ☺

Se apaixonar por San Diego

Crystal Pier at Pacific Beach and Mission Bay, San Diego, California.

Tá, mais uma vez sou suspeita, porque foi justamente em San Diego que eu tive a sensação de estar em casa, mas vá até lá e duvido que não concorde comigo. A cidade é linda, banhada por água em todos os lados. É tudo tão azul que chega a brilhar. As praias são maravilhosas, o zoológico de lá é incrível (cuidam direitinho dos animais, podem acreditar), o Sea World é mara e foi o primeiro a cancelar os shows com animais. Juro, é tudo incrivelmente perfeito! Não deixe de conhecer.

Andar nas estradas mais lindas que você vai ver na vida

USA, California, Big Sur Pacific Coastline, Bixby Bridge and Highway 1

Uma das melhores formas de conhecer a Califórnia é fazer uma road trip. Nós fizemos o famoso trajeto da U.S. 1 (também chamada de Pacific Way), que acompanha toda a costa do estado e passa pela famosa região do Big Sur. Sério, são as paisagens mais lindas que você vai ver na vida, com uma mistura de mar, céu, montanha e verde que vai te deixar de queixo caído. Quer uma prova? Rodamos por 12 horas seguidas e queríamos mais quando chegamos.

A Califórnia ainda tem o museu fofo-fofo do Snoopy, o famoso píer de Santa Monica, a vibe descolada de Venice e o parque Yosemite. Fora que está do lado de Las Vegas, então você escolhe como quer fazer sua viagem. Tem coisa melhor?

Um beijo e até o próximo post!

Camilla(widget)